TERMOTERAPIA: Calor ou Gelo?
A termoterapia é a aplicação terapêutica de qualquer substância ao corpo que resulta no aumento (terapia através do calor) ou diminuição (terapia através do frio/gelo) da temperatura dos tecidos corporais estimulando a termorregulação corporal. É praticada principalmente por fisioterapeutas, já que estes são profissionais que utilizam recursos físicos e naturais para avaliar e tratar seus pacientes, podendo ser utilizada também por outros profissionais.
Pacientes frequentemente chegam ao consultório com a dúvida: “Doutora uso gelo ou calor?”
Num primeiro momento deve se perguntar o motivo pelo qual você usará? E quando foi a lesão?
Por exemplo numa lesão nas primeiras 48hs se priorizaria o gelo (crioterapia), por sua ação rápida de neutralizar os efeitos inflamatórios, diminuir a dor e edemas. Lembrando-se dos devidos cuidados ao utilizar a crioterapia, principalmente quando se usa bolsa com gelo, pois diminui muito a temperatura local. Em peles mais sensíveis e idosos utiliza-se um toalha sob a bolsa de gelo. A outra observação é que para ter efeito o gelo deve ser comprimido sobre a área afetada, então como fazer isso utilizando pedras de gelo para fazer a crioterapia num joelho, que a articulação tem contorno irregular, por exemplo? Então deve-se quebrar/triturar o gelo para que entre em contato com toda a superfície a tratar. Falo mais especificamente do gelo, pois a bolsa de gel perde muito rapidamente seu efeito, que para se chegar a profundidade efetiva da articulação ou muscular o tempo adequado é de 30 minutos, gerando inicialmente um processo de ardência e dor para depois alcançar a analgesia.
Não estou afirmando que não se possa utilizar a bolsa de gel, só esclarecendo o que seria mais adequado.
Após as 48hrs da lesão os idosos tendem a preferir o calor e jovens normalmente não relatam diferença. Vale saber que a analgesia ocorre em ambos, seja gelo ou calor, porém, a via fisiológica do efeito que são diferentes.
Juntando conhecimentos medicinais, abre-se para outras questões como na medicina chinesa tradicional, visando a parte energética, o mais indicado após as 48hrs é o calor, principalmente em algumas áreas do corpo como coluna, área torácica, mas fica a seu critério, utilizando o que for mais viável e confortável.
Lembrando do acompanhamento por um profissional, é sempre importante, pois visará todo o quadro clínico do paciente adequando e indicando o melhor caminho terapêutico.
Namastê
terça-feira, 11 de abril de 2017
sábado, 28 de maio de 2016
HIDROSIRINGOMIELIA
MATÉRIA SATI PARA setembro/2015
Hidrosiringomielia
Patologia pouco esclarecida e muitas vezes ignorada por pacientes por falta de conhecimento, confundindo-a com outras, devido seu processo sintomático geralmente lento e acumulativo. O Termo hidrosiringomielia foi introduzido por englobar melhor, segundo alguns autores, todos as causas.
O termo hidro/siringomielia originou-se da palavra grega syrinx, com evolução crônica caracterizada pela degeneração axonal (neurônios) e formação de dilatação longitudinal com acúmulo de líquido no interior da medula espinhal (semelhante ao líquido cefalorraquidiano) que freqüentemente desencadeia comprometimento neurológico, por compressão do tecido medular. Podendo ocorrer áreas císticas que podem evoluir aumentado volumetricamente conforme o tempo e gravidade da lesão, sendo de extrema importância o acompanhamento clínico com um médico neurocirurgião para documentação da evolução da doença.
O quadro clínico de uma forma geral pode ser relacionado com dor local, dor e/ou fraqueza irradiada para os membros, paralisia/parestesia de braços e pernas e rigidez nas costas, assim como ombros e extremidades. Também pode ocorrer a perda da sensibilidade de sentir extremos de frio ou quente, especialmente nas extremidades de mãos e pés. Porém sofrem influência da etiologia, devido o tamanho e da localização da cavidade. Ainda é mal compreendido o papel da pressão intramedular, que depende do mecanismo hidrodinâmico do líquido cefalorraquidiano.
A principal associação de siringomielia é a mal formação de Arnold-Chiari (Sindrome de Chiari Tipo I), porém pode estar correlacionada com compressões da medula por trauma, hérnias discais (protusões ou extrusões) e alguns estudiosos relatam casos de seringomielia relacionados a mudança local do fluxo liquórico loco-regional.
Siringomielia tem uma prevalência estimada em 8,4 casos por 100.000 pessoas (segundo Wikipédia), os sintomas geralmente começam na idade adulta jovem. Sinais da doença tendem a se desenvolver lentamente, apesar de início súbito pode ocorrer com trauma, esforço ou outras mielopatia relacionadas com outras doenças do sistema nervoso central.
O tratamento é fisioterapêutico conservador com extrema indicação e restrições médica e em muitos casos cirúrgicos, porém sem muitas comprovações de sua eficácia.
Devido a pouca literatura e estudos científicos, resolvi compartilhar aqui os links mais interessantes que achei.
Links informativos de pesquisa:
http://www.scielo.br/pdf/anp/v62n3b/a29v623b.pdf
Sociedade Brasileira de Neurocirurgia
http://www.sbn.com.br/files/downloads/publicacoes/arquivos-brasileiros-de-neurocirurgia/arqbrneuro19_2.pdf
Institut Chiari de Barcelona
http://www.institutchiaribcn.com/index.php?arxiu=fitxa_document&idioma=13&id=12737
Hidrosiringomielia
Patologia pouco esclarecida e muitas vezes ignorada por pacientes por falta de conhecimento, confundindo-a com outras, devido seu processo sintomático geralmente lento e acumulativo. O Termo hidrosiringomielia foi introduzido por englobar melhor, segundo alguns autores, todos as causas.
O termo hidro/siringomielia originou-se da palavra grega syrinx, com evolução crônica caracterizada pela degeneração axonal (neurônios) e formação de dilatação longitudinal com acúmulo de líquido no interior da medula espinhal (semelhante ao líquido cefalorraquidiano) que freqüentemente desencadeia comprometimento neurológico, por compressão do tecido medular. Podendo ocorrer áreas císticas que podem evoluir aumentado volumetricamente conforme o tempo e gravidade da lesão, sendo de extrema importância o acompanhamento clínico com um médico neurocirurgião para documentação da evolução da doença.
O quadro clínico de uma forma geral pode ser relacionado com dor local, dor e/ou fraqueza irradiada para os membros, paralisia/parestesia de braços e pernas e rigidez nas costas, assim como ombros e extremidades. Também pode ocorrer a perda da sensibilidade de sentir extremos de frio ou quente, especialmente nas extremidades de mãos e pés. Porém sofrem influência da etiologia, devido o tamanho e da localização da cavidade. Ainda é mal compreendido o papel da pressão intramedular, que depende do mecanismo hidrodinâmico do líquido cefalorraquidiano.
A principal associação de siringomielia é a mal formação de Arnold-Chiari (Sindrome de Chiari Tipo I), porém pode estar correlacionada com compressões da medula por trauma, hérnias discais (protusões ou extrusões) e alguns estudiosos relatam casos de seringomielia relacionados a mudança local do fluxo liquórico loco-regional.
Siringomielia tem uma prevalência estimada em 8,4 casos por 100.000 pessoas (segundo Wikipédia), os sintomas geralmente começam na idade adulta jovem. Sinais da doença tendem a se desenvolver lentamente, apesar de início súbito pode ocorrer com trauma, esforço ou outras mielopatia relacionadas com outras doenças do sistema nervoso central.
O tratamento é fisioterapêutico conservador com extrema indicação e restrições médica e em muitos casos cirúrgicos, porém sem muitas comprovações de sua eficácia.
Devido a pouca literatura e estudos científicos, resolvi compartilhar aqui os links mais interessantes que achei.
Links informativos de pesquisa:
http://www.scielo.br/pdf/anp/v62n3b/a29v623b.pdf
Sociedade Brasileira de Neurocirurgia
http://www.sbn.com.br/files/downloads/publicacoes/arquivos-brasileiros-de-neurocirurgia/arqbrneuro19_2.pdf
Institut Chiari de Barcelona
http://www.institutchiaribcn.com/index.php?arxiu=fitxa_document&idioma=13&id=12737
CS FISIOTERAPIA INTEGRAL
Responsável Técnica: Dra. Carmelita Soares, que é formada em Fisioterapia e Pós-graduada em Acupuntura, Meditação e Quiropraxia, habilitada em DTM (disfunção temporo mandibular), atua com RPG e é Instrutora de Yoga Terapêutico, tem como característica de trabalho a união das Terapia Naturais (conhecidas atualmente como integrativas), como Shiatsu, Massagem e Aromaterapia, ao seu trabalho fisioterápico, obtendo resultados positivos. Escritora voluntária da coluna de saúde do informativo da SATI - Sociedade e Amigos da Terceira Idade de Copacabana.
Instagram: @nucleocarmelitasoares
Tosse como entender.
Matéria SATI novembro/2015
Tosse como entender?
È um sintoma comum que ocorre por conseqüência de diversas coisas, porém é importante saber que é um reflexo de proteção natural do organismo devido a apresentação de algum processo irritativo do aparelho respiratório ou como auxílio no expurgo de secreções ou corpo estranho.
A observação do sintoma e saber sua origem é de suma importância, mesmo sendo um sintoma comum é imprescindível investigar e receber o tratamento adequado procurando seu médico otorrinolaringologista, podendo também ser, dependendo do caso o pneumologista ou o alergologista.
A tosse não é normal, podendo ser o sintoma de algo mais grave como problemas cardíacos.
Cuidado com tratamentos paliativos como chás, pastilhas, xaropes e mel, esses artifícios podem diminuir a irritação e dar uma sensação de bem estar, porém não tratam o problema. Tosse constante e com sintomas persistentes, procure seu médico.
Um breve resumo sobre suas origens:
Refluxo: geralmente ocorre depois das refeições ou quando a pessoa deita-se, ligada a alimentação e ao aparelho digestório.
Alérgica: é seca e persistente, pode ser acompanhada por espirros, coriza, obstrução nasal e coceira na garganta.
Pulmonar: crônica, frequentemente presente em fumante e pós fumantes, normalmente acompanhada de pigarro.
A saúde é nosso maior tesouro. Equilíbrio na alimentação, sono, exercícios e atividades diárias.
Namastê
Dra. Carmelita Soares
Tosse como entender?
È um sintoma comum que ocorre por conseqüência de diversas coisas, porém é importante saber que é um reflexo de proteção natural do organismo devido a apresentação de algum processo irritativo do aparelho respiratório ou como auxílio no expurgo de secreções ou corpo estranho.
A observação do sintoma e saber sua origem é de suma importância, mesmo sendo um sintoma comum é imprescindível investigar e receber o tratamento adequado procurando seu médico otorrinolaringologista, podendo também ser, dependendo do caso o pneumologista ou o alergologista.
A tosse não é normal, podendo ser o sintoma de algo mais grave como problemas cardíacos.
Cuidado com tratamentos paliativos como chás, pastilhas, xaropes e mel, esses artifícios podem diminuir a irritação e dar uma sensação de bem estar, porém não tratam o problema. Tosse constante e com sintomas persistentes, procure seu médico.
Um breve resumo sobre suas origens:
Refluxo: geralmente ocorre depois das refeições ou quando a pessoa deita-se, ligada a alimentação e ao aparelho digestório.
Alérgica: é seca e persistente, pode ser acompanhada por espirros, coriza, obstrução nasal e coceira na garganta.
Pulmonar: crônica, frequentemente presente em fumante e pós fumantes, normalmente acompanhada de pigarro.
A saúde é nosso maior tesouro. Equilíbrio na alimentação, sono, exercícios e atividades diárias.
Namastê
Dra. Carmelita Soares
Cãimbra e/ou Cãibra Muscular
INFORMATIVO SATI DE MAIO/2016
CÃIMBRA e/ou CÃIBRA MUSCULAR
Na língua portuguesa os dois substantivos cãimbra ou cãibra estão corretos em sua grafia, podendo vir do germânico krampf. Significa contração muscular súbita, involuntária e dolorosa, de caráter transitório, de origem incerta até hoje em seus estudos.
Na maior parte dos casos os músculos freqüentemente mais afetados são os gastrocnêmio, (conhecida popularmente como “batata da perna), os isquiotibiais (posterior da coxa) e os abdominais (barriga), porém quaisquer outras partes dos membros do corpo pode ser afetada. Atinge não só atletas, mas também pessoas de qualquer idade, independente de atividade física ou não. Entre as causas comuns estão:
1) Uso exagerado da musculatura, são as câimbras típicas dos atletas que praticam exercícios que sobrecarregam determinados músculos, mas podem ocorrer em trabalhadores por esforço repetitivo.
2) Má circulação, normalmente em idosos, o estreitamento das artérias que irrigam os membros inferiores causado por placas de aterosclerose pode provocar câimbras, quando a musculatura é solicitada com mais intensidade.
3) Teoria metabólica, a intoxicação por ácido lático e amônia, muscular proveniente da atividade contrátil na própria celular muscular.
4) Teoria da desidratação, ou seja, a perda de água/fluidos corporais considerável, podem interferir no mecanismo contrátil dos músculos. A água facilita as contrações e o relaxamento das fibras musculares e dos tendões. A desidratação é uma das causas mais comuns em pessoas que sequer realizam alguma atividade física, já que para perder água do corpo o mecanismo da sudorese por excesso de atividade física não é único.
5) Teoria eletrolítica, a falta desses eletrólitos intra e extramuscular geram distúrbios na formação de potenciais elétricos e na contração muscular, ocasionando contrações espontâneas. Provavelmente além do sódio e potássio, a falta de outros minerais como o cálcio e o magnésio pode contribuir para o surgimento de câimbras musculares. Pessoas hipertensas que tomam diuréticos geralmente perdem potássio.
6) Teoria ambiental, o fator determinante está representado pelas modificações extremas de temperatura causando a constricção dos vasos sanguíneos e o déficit de fluxos com os músculos. Acredita-se que temperaturas altamente elevadas ou extremamente baixas são as causas principais responsáveis pelo aparecimento de câimbras musculares.
7) Outras causas: Portadores de diabetes, anemia, insuficiência renal, doenças da tireoide, degenerações neurológicas, desequilíbrios hormonais e mulheres grávidas estão mais sujeitos a desenvolver episódios dolorosos de câimbras.
Câimbras não têm cura, mas alguns cuidados simples podem prevenir a repetição das crises: boa hidratação, alongamento muscular e alimentação balanceada.
Algumas medidas simples podem representar a melhor forma de tratamento durante as crises de espasmo como: Alongamento e massagem da área afetada e Aplicação de calor local.
Cada caso é visto de forma particular com seu médico, o consulte para tirar suas dúvidas.
CÃIMBRA e/ou CÃIBRA MUSCULAR
Na língua portuguesa os dois substantivos cãimbra ou cãibra estão corretos em sua grafia, podendo vir do germânico krampf. Significa contração muscular súbita, involuntária e dolorosa, de caráter transitório, de origem incerta até hoje em seus estudos.
Na maior parte dos casos os músculos freqüentemente mais afetados são os gastrocnêmio, (conhecida popularmente como “batata da perna), os isquiotibiais (posterior da coxa) e os abdominais (barriga), porém quaisquer outras partes dos membros do corpo pode ser afetada. Atinge não só atletas, mas também pessoas de qualquer idade, independente de atividade física ou não. Entre as causas comuns estão:
1) Uso exagerado da musculatura, são as câimbras típicas dos atletas que praticam exercícios que sobrecarregam determinados músculos, mas podem ocorrer em trabalhadores por esforço repetitivo.
2) Má circulação, normalmente em idosos, o estreitamento das artérias que irrigam os membros inferiores causado por placas de aterosclerose pode provocar câimbras, quando a musculatura é solicitada com mais intensidade.
3) Teoria metabólica, a intoxicação por ácido lático e amônia, muscular proveniente da atividade contrátil na própria celular muscular.
4) Teoria da desidratação, ou seja, a perda de água/fluidos corporais considerável, podem interferir no mecanismo contrátil dos músculos. A água facilita as contrações e o relaxamento das fibras musculares e dos tendões. A desidratação é uma das causas mais comuns em pessoas que sequer realizam alguma atividade física, já que para perder água do corpo o mecanismo da sudorese por excesso de atividade física não é único.
5) Teoria eletrolítica, a falta desses eletrólitos intra e extramuscular geram distúrbios na formação de potenciais elétricos e na contração muscular, ocasionando contrações espontâneas. Provavelmente além do sódio e potássio, a falta de outros minerais como o cálcio e o magnésio pode contribuir para o surgimento de câimbras musculares. Pessoas hipertensas que tomam diuréticos geralmente perdem potássio.
6) Teoria ambiental, o fator determinante está representado pelas modificações extremas de temperatura causando a constricção dos vasos sanguíneos e o déficit de fluxos com os músculos. Acredita-se que temperaturas altamente elevadas ou extremamente baixas são as causas principais responsáveis pelo aparecimento de câimbras musculares.
7) Outras causas: Portadores de diabetes, anemia, insuficiência renal, doenças da tireoide, degenerações neurológicas, desequilíbrios hormonais e mulheres grávidas estão mais sujeitos a desenvolver episódios dolorosos de câimbras.
Câimbras não têm cura, mas alguns cuidados simples podem prevenir a repetição das crises: boa hidratação, alongamento muscular e alimentação balanceada.
Algumas medidas simples podem representar a melhor forma de tratamento durante as crises de espasmo como: Alongamento e massagem da área afetada e Aplicação de calor local.
Cada caso é visto de forma particular com seu médico, o consulte para tirar suas dúvidas.
CS FISIOTERAPIA INTEGRAL
Responsável Técnica: Dra. Carmelita Soares, que é formada em Fisioterapia e Pós-graduada em Acupuntura, Meditação e Quiropraxia, habilitada em DTM (disfunção temporo mandibular), atua com RPG e é Instrutora de Yoga Terapêutico, tem como característica de trabalho a união das Terapia Naturais (conhecidas atualmente como integrativas), como Shiatsu, Massagem e Aromaterapia, ao seu trabalho fisioterápico, obtendo resultados positivos. Escritora voluntária da coluna de saúde do informativo da SATI - Sociedade e Amigos da Terceira Idade de Copacabana.
Instagram: @nucleocarmelitasoares
segunda-feira, 30 de março de 2015
Aroma Terapia Óleo Vegetal de Copaíba para a Saúde
MATÉRIA DO INFORMATIVO SATI SAÚDE MARÇO/2015 (Carmelita Soares)
Aromaterapia: Óleo vegetal de Copaíba
A Copaíba é uma planta de florestas tropicais, encontrada na Amazônia brasileira, e utilizada há anos por seus habitantes pelos seus efeitos curativos em diversos sistemas do corpo. Pesquisas científicas laboratoriais realizadas por instituições reconhecidas comprovam sua atividade sobre cerca de 50 tipos de patologias.
As utilizações para o óleo de Copaíba são muitas e indicam uma grande variedade de propriedades farmacológicas. Tem função antibiótica, antisséptica e anti-inflamatória. Age sobre infecções nas vias respiratórias (sinusite, bronquite,rinite,...); auxilia nos cuidados do sistema estrutural fortalecendo músculos e ossos, e aliviando dores articulares (coluna, artrite, artrose,...). É usado como cicatrizante de feridas e úlceras. Aplicado em dermatose e psoríase. Possui propriedades terapêuticas que atuam sobre os sistemas gastrointestinal, circulatório, urinário e no imunológico aumentando o poder de defesa do organismo.
Existem vários depoimentos sobre curas através da ingestão do óleo de Copaiba. Apesar de trabalhar com esse óleo há muitos anos, como Aromaterapeuta, indicando o uso externo principalmente nos casos de dores musculoesquelética, atualmente faço uso por ingestão a partir de uma conversa com um senhor, que me contou ingerir este óleo há mais de 30 anos e que aos 77 não faz uso de qualquer medicamento. Tem mais ou menos seis meses que ingiro uma colher de sobremesa rasa por dia. E já me perguntaram: “sentiu alguma diferença?”. O que posso revelar é que não tenho muitas fragilidades orgânicas, como respiratórias, dores na coluna, estômago, etc., mas vinha sentido dores no joelho ao subir escada, ao me abaixar e levantar, e me dei conta de que não tenho sentido mais a dor de forma tão acentuada. Poderia mencionar que de 0 a 10, melhorei 8 nesses seis meses. Tenho mais depoimentos, mas precisaria de muitas linhas para citá-los.
A recomendação do uso, segundo a posologia encontrada na internet, é ingerir uma gota/dia na 1ª. semana (após o café da manhã), duas gotas/dia na 2ª. semana (uma após o café e a outra após o almoço), três gotas/dia na 3ª. semana (acrescentar após o jantar), e já na 4ª. semana ingerir duas gotas 3 x ao dia (2 após o café, 2 após o almoço e mais 2 após o jantar). Após essa fase, chamada de desintoxicação alimentar, deve-se ingerir 6 gotas ao dia de uma única vez, escolhendo o melhor horário. As precauções sobre este óleo são: não usar durante a gravidez e amamentação e em casos de hipersensibilidade, suspender seu uso imediatamente. Seu sabor é intenso e diria que meio ardido, mas pelos benefícios que ele traz se torna indispensável no nosso dia a dia para manter nosso corpo saudável e fortalecido contra diversas patologias, além de eliminar as muitas das já existentes. Experimente, pense como você pode ter uma qualidade de vida melhor e gozar de uma excelente saúde. Ele é minha dose “POPEYE” diária!
Matéria elaborada por:
Monnica Paes Leme (Aromaterapeuta) - contatos: (21) 99449.6720 / 2117.1506
Skype: monnica.bioessencia.rj E-mail: bioessencia.monnica.rj@gmail.com
Aromaterapia: Óleo vegetal de Copaíba
A Copaíba é uma planta de florestas tropicais, encontrada na Amazônia brasileira, e utilizada há anos por seus habitantes pelos seus efeitos curativos em diversos sistemas do corpo. Pesquisas científicas laboratoriais realizadas por instituições reconhecidas comprovam sua atividade sobre cerca de 50 tipos de patologias.
As utilizações para o óleo de Copaíba são muitas e indicam uma grande variedade de propriedades farmacológicas. Tem função antibiótica, antisséptica e anti-inflamatória. Age sobre infecções nas vias respiratórias (sinusite, bronquite,rinite,...); auxilia nos cuidados do sistema estrutural fortalecendo músculos e ossos, e aliviando dores articulares (coluna, artrite, artrose,...). É usado como cicatrizante de feridas e úlceras. Aplicado em dermatose e psoríase. Possui propriedades terapêuticas que atuam sobre os sistemas gastrointestinal, circulatório, urinário e no imunológico aumentando o poder de defesa do organismo.
Existem vários depoimentos sobre curas através da ingestão do óleo de Copaiba. Apesar de trabalhar com esse óleo há muitos anos, como Aromaterapeuta, indicando o uso externo principalmente nos casos de dores musculoesquelética, atualmente faço uso por ingestão a partir de uma conversa com um senhor, que me contou ingerir este óleo há mais de 30 anos e que aos 77 não faz uso de qualquer medicamento. Tem mais ou menos seis meses que ingiro uma colher de sobremesa rasa por dia. E já me perguntaram: “sentiu alguma diferença?”. O que posso revelar é que não tenho muitas fragilidades orgânicas, como respiratórias, dores na coluna, estômago, etc., mas vinha sentido dores no joelho ao subir escada, ao me abaixar e levantar, e me dei conta de que não tenho sentido mais a dor de forma tão acentuada. Poderia mencionar que de 0 a 10, melhorei 8 nesses seis meses. Tenho mais depoimentos, mas precisaria de muitas linhas para citá-los.
A recomendação do uso, segundo a posologia encontrada na internet, é ingerir uma gota/dia na 1ª. semana (após o café da manhã), duas gotas/dia na 2ª. semana (uma após o café e a outra após o almoço), três gotas/dia na 3ª. semana (acrescentar após o jantar), e já na 4ª. semana ingerir duas gotas 3 x ao dia (2 após o café, 2 após o almoço e mais 2 após o jantar). Após essa fase, chamada de desintoxicação alimentar, deve-se ingerir 6 gotas ao dia de uma única vez, escolhendo o melhor horário. As precauções sobre este óleo são: não usar durante a gravidez e amamentação e em casos de hipersensibilidade, suspender seu uso imediatamente. Seu sabor é intenso e diria que meio ardido, mas pelos benefícios que ele traz se torna indispensável no nosso dia a dia para manter nosso corpo saudável e fortalecido contra diversas patologias, além de eliminar as muitas das já existentes. Experimente, pense como você pode ter uma qualidade de vida melhor e gozar de uma excelente saúde. Ele é minha dose “POPEYE” diária!
Matéria elaborada por:
Monnica Paes Leme (Aromaterapeuta) - contatos: (21) 99449.6720 / 2117.1506
Skype: monnica.bioessencia.rj E-mail: bioessencia.monnica.rj@gmail.com
domingo, 15 de junho de 2014
Cefaléia = dor de cabeça = Enxaqueca
MATÉRIA PUBLICADA NO INFORMATIVO SATI MAIO E JUNHO/2014
Dor de cabeça = Cefaléia = Enxaqueca
Cefaleia é um termo médico que significa dor de cabeça e enxaqueca é um dos tipos de cefaleia.
A cefaleia é um sintoma frequente, de intensidade variável, associada a causas diversas e nem sempre de fácil diagnóstico. Quando não está correlacionada com uma doença, como sinusite, fibromialgia, gripes e resfriados, aneurismas, ou mesmo com a tensão pré-menstrual, é denominada cefaleia primária e classificada em três tipos diferentes: cefaleia tensional, cefaleia em salvas e enxaqueca.
Na cefaleia tensional a dor é de intensidade leve à moderada e a pessoa consegue manter suas atividades diárias; A cefaleia em salvas é pulsátil, muito forte em crises, ao longo do dia. Já a enxaqueca costuma ser unilateral, latejante, de intensidade de média a forte, e piora com a movimentação. Provocada por um distúrbio neurovascular crônico é uma dor incapacitante que obriga o paciente a recolher-se num quarto escuro em virtude da hipersensibilidade à luz e aos ruídos, podendo apresentar outros sintomas como visão embaçada, náusea e vômito.
A paciente entrevistada Dra. Márcia Liu respondendo a pergunta sobre o que desencadeia sua dor afirmou: “O estado emocional interfere bastante. Estado emocional aliado a alimento mais ácido, odor mais forte, perfume, tudo é motivo para desencadear o quadro. Por isso, quando estou elétrica, ligada na tomada, ou seja, trabalhando muito, desenvolvendo inúmeras atividades simultaneamente, com nível alto de excitabilidade, nesse momento, preciso ficar alerta, porque pode advir uma reação em cadeia.”
Como é uma doença crônica o portador aprende a lidar com ela, disciplinando-se em suas escolhas diárias.
Dr. Mário Peres, neurologista especializado, relata que há mitos e verdades em relação à alimentos e enxaqueca. Entretanto, existem três fatores praticamente universais que disparam as crises: jejum prolongado, bebida alcoólica e consumo excessivo de café. Lembrando que a cafeína não está só no café, mas no chocolate, em alguns refrigerantes e no chá preto.
O tratamento é medicamentoso ou não medicamentoso. No medicamentoso há várias classes, mas antes de indicá-los é indispensável fazer o diagnóstico correto e o paciente entender por que a dor existe no organismo. Ela é um sinal de alerta do sistema de defesa com a função específica de readquirir o equilíbrio interno do organismo. O tratamento não medicamentoso, pode ser feito na crise e principalmente de forma preventiva, para controle.
O Dr. Mário Peres indica o tratamento não medicamentoso, apesar da pouca informação e não comprovado cientificamente, e diz que algumas medidas, como exercício físico, mostraram bons resultados no tratamento da enxaqueca. Nesses casos, o tratamento fisioterápico é um recurso com bons resultados e existem evidências comprovadas de que a acupuntura também tem ação positiva. O lado psíquico e emocional também é um fator que não pode ser desprezado. Se a pessoa exige muito de si própria, antecipa situações, é ansiosa ao extremo e sempre pensa negativamente, pode beneficiar-se recorrendo à psicoterapia e a técnicas como ioga e meditação que costumam funcionar bem.
O fundamental é cuidar-se bem. Qualquer desvio comportamental (excessos alimentares ou de trabalho, sedentarismo, etc.) e do equilíbrio do organismo é ruim para o indivíduo, podendo levar à enxaqueca, dentre outros males, e deve ser tratado e corrigido.
(Fonte: texto adaptado da entrevista página Dr. Dráuzio Varella, http://drauziovarella.com.br/letras/e/enxaqueca-2/)
Núcleo Terapêutico de Reabilitação Integral
Fisioterapia, Acupuntura, RPG, Drenagem Linfática, Massoterapia, Shiatsu, Pilates e Yoga
Tel.: (21) 3547-6908 / 99695-9741
Dor de cabeça = Cefaléia = Enxaqueca
Cefaleia é um termo médico que significa dor de cabeça e enxaqueca é um dos tipos de cefaleia.
A cefaleia é um sintoma frequente, de intensidade variável, associada a causas diversas e nem sempre de fácil diagnóstico. Quando não está correlacionada com uma doença, como sinusite, fibromialgia, gripes e resfriados, aneurismas, ou mesmo com a tensão pré-menstrual, é denominada cefaleia primária e classificada em três tipos diferentes: cefaleia tensional, cefaleia em salvas e enxaqueca.
Na cefaleia tensional a dor é de intensidade leve à moderada e a pessoa consegue manter suas atividades diárias; A cefaleia em salvas é pulsátil, muito forte em crises, ao longo do dia. Já a enxaqueca costuma ser unilateral, latejante, de intensidade de média a forte, e piora com a movimentação. Provocada por um distúrbio neurovascular crônico é uma dor incapacitante que obriga o paciente a recolher-se num quarto escuro em virtude da hipersensibilidade à luz e aos ruídos, podendo apresentar outros sintomas como visão embaçada, náusea e vômito.
A paciente entrevistada Dra. Márcia Liu respondendo a pergunta sobre o que desencadeia sua dor afirmou: “O estado emocional interfere bastante. Estado emocional aliado a alimento mais ácido, odor mais forte, perfume, tudo é motivo para desencadear o quadro. Por isso, quando estou elétrica, ligada na tomada, ou seja, trabalhando muito, desenvolvendo inúmeras atividades simultaneamente, com nível alto de excitabilidade, nesse momento, preciso ficar alerta, porque pode advir uma reação em cadeia.”
Como é uma doença crônica o portador aprende a lidar com ela, disciplinando-se em suas escolhas diárias.
Dr. Mário Peres, neurologista especializado, relata que há mitos e verdades em relação à alimentos e enxaqueca. Entretanto, existem três fatores praticamente universais que disparam as crises: jejum prolongado, bebida alcoólica e consumo excessivo de café. Lembrando que a cafeína não está só no café, mas no chocolate, em alguns refrigerantes e no chá preto.
O tratamento é medicamentoso ou não medicamentoso. No medicamentoso há várias classes, mas antes de indicá-los é indispensável fazer o diagnóstico correto e o paciente entender por que a dor existe no organismo. Ela é um sinal de alerta do sistema de defesa com a função específica de readquirir o equilíbrio interno do organismo. O tratamento não medicamentoso, pode ser feito na crise e principalmente de forma preventiva, para controle.
O Dr. Mário Peres indica o tratamento não medicamentoso, apesar da pouca informação e não comprovado cientificamente, e diz que algumas medidas, como exercício físico, mostraram bons resultados no tratamento da enxaqueca. Nesses casos, o tratamento fisioterápico é um recurso com bons resultados e existem evidências comprovadas de que a acupuntura também tem ação positiva. O lado psíquico e emocional também é um fator que não pode ser desprezado. Se a pessoa exige muito de si própria, antecipa situações, é ansiosa ao extremo e sempre pensa negativamente, pode beneficiar-se recorrendo à psicoterapia e a técnicas como ioga e meditação que costumam funcionar bem.
O fundamental é cuidar-se bem. Qualquer desvio comportamental (excessos alimentares ou de trabalho, sedentarismo, etc.) e do equilíbrio do organismo é ruim para o indivíduo, podendo levar à enxaqueca, dentre outros males, e deve ser tratado e corrigido.
(Fonte: texto adaptado da entrevista página Dr. Dráuzio Varella, http://drauziovarella.com.br/letras/e/enxaqueca-2/)
Núcleo Terapêutico de Reabilitação Integral
Fisioterapia, Acupuntura, RPG, Drenagem Linfática, Massoterapia, Shiatsu, Pilates e Yoga
Tel.: (21) 3547-6908 / 99695-9741
domingo, 23 de fevereiro de 2014
INSOLAÇÃO principalmente no verão
MATÉRIA PARA O INFORMATIVO SATI(Sociedade Amigos da Terceira Idade) FEVEREIRO/2014
Insolação, principalmente no verão.
é uma condição séria e fatal que ocorre com o aumento da temperatura corporal geralmente de forma rápida e o mecanismo da transpiração falha, portanto o corpo fica incapacitado de se resfriar, decorrente da exposição prolongada ao sol ou ao calor intensos. Embora nosso organismo tenha na sudorese um mecanismo de defesa contra a febre (devido à evaporação do suor provocado pela perda de calor e consequente redução da temperatura corporal).
Os sintomas mais frequentes são desidratação, queimaduras de pele, cefaléia (dor de cabeça), tontura, náusea, distúbrios visuais, confusão mental e febre (pele quente e seca).
Nos casos mais graves pode ocorrer respiração rápida e difícil, palidez, extremidades arroxeadas e perda de consciência (desmaio).
Primeiros socorros em casos de insolação, sendo o objetivo inicial, baixar a temperatura corporal, lenta e gradativamente:
- remover o acidentado para um local fresco, à sombra e arejado, remover o máximo de peças de roupa;
- se estiver consciente, deverá ser mantido em repouso e recostado (cabeça elevada);
- hidratá-lo, oferecendo bastante água fria ou gelada ou qualquer líquido não alcoólico (exemplo: soro caseiro, água de coco e outros isotônicos, além da própria água potável);
- se possível, deve-se borrifar água fria em todo o corpo do acidentado delicadamente;
- podem ser aplicadas compressas de água fria na testa, pescoço, axilas e virilhas;
- tão logo seja possível, o acidentado deverá ser imerso em banho frio ou envolto em panos ou roupas encharcadas;
Caso haja queimaduras na pele, deve-se também aplicar compressas frias para aliviar a reação inflamatória da pele, banhos em água corrente fria e procurar imediatamente um médico dermatologista para avaliação e indicação de loção própria.
Para não acabar com seu verão, se precaver é a melhor solução, deve-se ingerir mais líquidos (não alcóolicos) do que a sede sinaliza, usar roupas leves e claras, de algodão, e manter uma alimentação equilibrada e leve, com frutas e verduras, usar protetor solar com fator de proteção de acordo com sua pele. O horário entre 10h e 16h tem grande incidência de raios ultravioleta, principal no verão que são responsáveis pelo surgimento do câncer de pele. Portanto, deve-se evitar ou permanecer à sombra, durante tais períodos.
Manter seus cuidados da saúde com atendimento preventivo ao dermatologista.
Cuide-se, e um maravilhoso verão.
Insolação, principalmente no verão.
é uma condição séria e fatal que ocorre com o aumento da temperatura corporal geralmente de forma rápida e o mecanismo da transpiração falha, portanto o corpo fica incapacitado de se resfriar, decorrente da exposição prolongada ao sol ou ao calor intensos. Embora nosso organismo tenha na sudorese um mecanismo de defesa contra a febre (devido à evaporação do suor provocado pela perda de calor e consequente redução da temperatura corporal).
Os sintomas mais frequentes são desidratação, queimaduras de pele, cefaléia (dor de cabeça), tontura, náusea, distúbrios visuais, confusão mental e febre (pele quente e seca).
Nos casos mais graves pode ocorrer respiração rápida e difícil, palidez, extremidades arroxeadas e perda de consciência (desmaio).
Primeiros socorros em casos de insolação, sendo o objetivo inicial, baixar a temperatura corporal, lenta e gradativamente:
- remover o acidentado para um local fresco, à sombra e arejado, remover o máximo de peças de roupa;
- se estiver consciente, deverá ser mantido em repouso e recostado (cabeça elevada);
- hidratá-lo, oferecendo bastante água fria ou gelada ou qualquer líquido não alcoólico (exemplo: soro caseiro, água de coco e outros isotônicos, além da própria água potável);
- se possível, deve-se borrifar água fria em todo o corpo do acidentado delicadamente;
- podem ser aplicadas compressas de água fria na testa, pescoço, axilas e virilhas;
- tão logo seja possível, o acidentado deverá ser imerso em banho frio ou envolto em panos ou roupas encharcadas;
Caso haja queimaduras na pele, deve-se também aplicar compressas frias para aliviar a reação inflamatória da pele, banhos em água corrente fria e procurar imediatamente um médico dermatologista para avaliação e indicação de loção própria.
Para não acabar com seu verão, se precaver é a melhor solução, deve-se ingerir mais líquidos (não alcóolicos) do que a sede sinaliza, usar roupas leves e claras, de algodão, e manter uma alimentação equilibrada e leve, com frutas e verduras, usar protetor solar com fator de proteção de acordo com sua pele. O horário entre 10h e 16h tem grande incidência de raios ultravioleta, principal no verão que são responsáveis pelo surgimento do câncer de pele. Portanto, deve-se evitar ou permanecer à sombra, durante tais períodos.
Manter seus cuidados da saúde com atendimento preventivo ao dermatologista.
Cuide-se, e um maravilhoso verão.
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