MATÉRIA SATI OUTUBRO/2017
Movimente-se!!! O corpo humano não foi feito para ficar parado, porque?
Muitos motivos nos levam a querer ficar parados, como dizemos: “descansar”, porém esse processo muitas vezes se prolonga, nossa mente vai nos “boicotando” e assim os dias passam e não iniciamos nada, fazendo apenas o necessário: trabalhar, estudar, comer e dormir.
O CORPO NÃO FOI FEITO PARA FICAR PARADO (com todas as letras maiúsculas), então, dentro de suas possibilidades biofisiológicas, movimente-se, faça o seu dia-a-dia ser ativo, caso não tenha como fazer exercícios. O corpo é como uma máquina, isso mesmo, que para produzir precisa ser ligado para que ocorra:
Nutrição das articulações feita por um líquido chamado sinovial que só é fabricado através do movimento. Alguns pacientes relatam que acordam com muita dor e ao longo do dia melhora, é isso aí, as articulações, os músculos são nutridos;
O coração, o pulmão são músculos que precisam de uma certa força, assim como trabalhamos os músculos dos braços e pernas, também temos que exercitar o coração/pulmão;
Consequentemente a este processo anterior, o sangue com nutrientes é bombeado, nutrindo os órgãos, os tecidos, ou seja, todo o organismo;
Uma série de hormônios são produzidos e liberados que produzirão um estado de relaxamento e bem-estar, estímulo mental, queima de gordura;
Auxilia nas respostas hormonais amenizando a ansiedade e controle da resposta do stress.
Mesmo se houver alguma lesão, como por exemplo no pé que precisa estar imobilizado, por que não trabalhar braços? Com um bom acompanhamento fisioterápico essas adaptações/compensações podem ser feitas.
Uma vida mais ativa só requer algumas mudanças de hábitos;
suba mais escadas,
vá a pé,
faça você mesmo
e mantenha seu checkup médico em dia.
O tratamento fisioterápico também pode lhe ajudar, de forma profilática.
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
RESPIREEEEE
RESPIRE !!!
Por favor, pare por um instante... feche os olhos e sinta como você está respirando...
Como foi sua respiração, superficial? Rápida? Irregular? Você sentiu alguma tensão no peito ou no abdômen?
O modo como você respira faz uma enorme diferença em sua saúde. De acordo com pesquisas cientificas, a respiração incorreta desempenha um papel relevante em mais de 75% das doenças que as pessoas levam a seus médicos; devido a sua importância não somente para o funcionamento apropriado do sistema nervoso autônomo, mas também uma poderosa técnica para controlar a ansiedade e regular estados emocionais.
Exercícios de respiração são vastamente utilizado em várias técnicas orientais/ocidentais.
Os orientais falam que quando controlamos nossa respiração, podemos aumentar nossa energia vital, e controlando a energia vital podemos equilibrar a mente e nos libertar das emoções negativas.
A respiração correta melhora a digestão, a circulação e harmoniza o batimento cardíaco irregular não patológico. Também alivia a insônia, a enxaqueca, a síndrome do pânico e outros estados de ansiedade.
Primordialmente eficaz para a terceira idade, pois com o tempo, há perda da elasticidade pulmonar o que leva a uma diminuição da capacidade respiratória: maior dificuldade na expiração ou na eliminação do gás carbônico. Aos 80 anos a capacidade respiratória cai para a metade daquela do adulto jovem.
Vamos!! Experimente!!!
(sente-se em uma cadeira com encosto e confortável, com a coluna ereta, com as mãos sobre o colo. Inicialmente com os olhos fechados, apenas sinta a sua respiração, depois coloque suas mãos sobre a barriga e sinta-a se mover, sendo, na inspiração – barriga para fora e na expiração barriga para dentro. Tente respirar apenas pelo nariz e contar o tempo que inspira e fazer o mesmo tempo para expirar. Mantenha este exercício por um tempo confortável que pode variar entre 5min a 20 min.)
O custo-beneficio é pleno e você pode fazer em qualquer lugar.
A CS Fisioterapia Integral utiliza a respiração em praticamente todos os tratamentos, ou seja, associando o tratamento tradicional a técnica respiratória gerando maior eficácia e positividade na melhora dos pacientes.
Por favor, pare por um instante... feche os olhos e sinta como você está respirando...
Como foi sua respiração, superficial? Rápida? Irregular? Você sentiu alguma tensão no peito ou no abdômen?
O modo como você respira faz uma enorme diferença em sua saúde. De acordo com pesquisas cientificas, a respiração incorreta desempenha um papel relevante em mais de 75% das doenças que as pessoas levam a seus médicos; devido a sua importância não somente para o funcionamento apropriado do sistema nervoso autônomo, mas também uma poderosa técnica para controlar a ansiedade e regular estados emocionais.
Exercícios de respiração são vastamente utilizado em várias técnicas orientais/ocidentais.
Os orientais falam que quando controlamos nossa respiração, podemos aumentar nossa energia vital, e controlando a energia vital podemos equilibrar a mente e nos libertar das emoções negativas.
A respiração correta melhora a digestão, a circulação e harmoniza o batimento cardíaco irregular não patológico. Também alivia a insônia, a enxaqueca, a síndrome do pânico e outros estados de ansiedade.
Primordialmente eficaz para a terceira idade, pois com o tempo, há perda da elasticidade pulmonar o que leva a uma diminuição da capacidade respiratória: maior dificuldade na expiração ou na eliminação do gás carbônico. Aos 80 anos a capacidade respiratória cai para a metade daquela do adulto jovem.
Vamos!! Experimente!!!
(sente-se em uma cadeira com encosto e confortável, com a coluna ereta, com as mãos sobre o colo. Inicialmente com os olhos fechados, apenas sinta a sua respiração, depois coloque suas mãos sobre a barriga e sinta-a se mover, sendo, na inspiração – barriga para fora e na expiração barriga para dentro. Tente respirar apenas pelo nariz e contar o tempo que inspira e fazer o mesmo tempo para expirar. Mantenha este exercício por um tempo confortável que pode variar entre 5min a 20 min.)
O custo-beneficio é pleno e você pode fazer em qualquer lugar.
A CS Fisioterapia Integral utiliza a respiração em praticamente todos os tratamentos, ou seja, associando o tratamento tradicional a técnica respiratória gerando maior eficácia e positividade na melhora dos pacientes.
terça-feira, 11 de abril de 2017
YOGA POSTURAL
Yoga Postural
Do latim positūra, no sentido físico, a postura diz respeito às posições das articulações e à correlação entre as extremidades (os membros) e o tronco.
A postura do corpo tende a estar relacionada com o espaço envolvente, tanto físico como social. Por exemplo: se um homem muito alto entrar num quarto cujo teto seja baixo, terá que se posicionar numa determinada postura para evitar bater com a cabeça. Esta postura, por conseguinte, estará determinada pelo espaço físico.
Daí partimos para a importância da ergonomia doméstica, trabalho, atividade física/esporte, entre outros, para que matenhamos uma postura que ao longo do tempo não nos prejudique.
A coluna vertebral, assim como as articulações tem um eixo de acomodação fisiológica, onde há equilíbrio musculo-esquelético, porém é importante lembrar que a POSTURA POR MAIS ADEQUADA QUE SEJA O CORPO PRECISA DE MOVIMENTO DE TROFISMO E TÔNUS MUSCULAR HARMONIOSOS e um trabalho para reequilibra-lo das atividades da vida diária que fazemos e que muitas vezes repetidamente. A musculatura esquelética forma um conjunto em que cada parte influencia o todo, e o seu equilíbrio é fundamental para uma boa postura.
E porque não unir o corpo a mente e espirito com a prática do yoga que já faz isso há milhares de anos, porém não se utiliza de termos técnicos científicos, médicos ou fisioterápicos. Mas já tende todo seu trabalho para harmonia do corpo, nos leva a recuperação dos movimentos do corpo respeitando os limites de cada um. O yoga é uma prática física que pode ser realizado de forma laica.
Uma das posturas utilizadas é a TADASANA (postura da Montanha), que fortalece a conscientização da reorganização e do eixo postural:
- ponha-se de pé com os pés unidos e mãos ao lado do corpo com as palmas sobre a lateral da coxa, ombros relaxados e afastados das orelhas.
- cabeça alinhada ao tronco e crescendo todo o corpo, levando o topo da cabeça ao céu.
Namastê
CS FISIOTERAPIA INTEGRAL
Responsável Técnica: Dra. Carmelita Soares, que é formada em Fisioterapia e Pós-graduada em Acupuntura, Meditação e Quiropraxia, habilitada em DTM (disfunção temporo mandibular), atua com RPG e é Instrutora de Yoga Terapêutico, tem como característica de trabalho a união das Terapia Naturais (conhecidas atualmente como integrativas), como Shiatsu, Massagem e Aromaterapia, ao seu trabalho fisioterápico, obtendo resultados positivos. Escritora voluntária da coluna de saúde do informativo da SATI - Sociedade e Amigos da Terceira Idade de Copacabana.
Instagram: @nucleocarmelitasoares
CALOR OU GELO??
TERMOTERAPIA: Calor ou Gelo?
A termoterapia é a aplicação terapêutica de qualquer substância ao corpo que resulta no aumento (terapia através do calor) ou diminuição (terapia através do frio/gelo) da temperatura dos tecidos corporais estimulando a termorregulação corporal. É praticada principalmente por fisioterapeutas, já que estes são profissionais que utilizam recursos físicos e naturais para avaliar e tratar seus pacientes, podendo ser utilizada também por outros profissionais.
Pacientes frequentemente chegam ao consultório com a dúvida: “Doutora uso gelo ou calor?”
Num primeiro momento deve se perguntar o motivo pelo qual você usará? E quando foi a lesão?
Por exemplo numa lesão nas primeiras 48hs se priorizaria o gelo (crioterapia), por sua ação rápida de neutralizar os efeitos inflamatórios, diminuir a dor e edemas. Lembrando-se dos devidos cuidados ao utilizar a crioterapia, principalmente quando se usa bolsa com gelo, pois diminui muito a temperatura local. Em peles mais sensíveis e idosos utiliza-se um toalha sob a bolsa de gelo. A outra observação é que para ter efeito o gelo deve ser comprimido sobre a área afetada, então como fazer isso utilizando pedras de gelo para fazer a crioterapia num joelho, que a articulação tem contorno irregular, por exemplo? Então deve-se quebrar/triturar o gelo para que entre em contato com toda a superfície a tratar. Falo mais especificamente do gelo, pois a bolsa de gel perde muito rapidamente seu efeito, que para se chegar a profundidade efetiva da articulação ou muscular o tempo adequado é de 30 minutos, gerando inicialmente um processo de ardência e dor para depois alcançar a analgesia.
Não estou afirmando que não se possa utilizar a bolsa de gel, só esclarecendo o que seria mais adequado.
Após as 48hrs da lesão os idosos tendem a preferir o calor e jovens normalmente não relatam diferença. Vale saber que a analgesia ocorre em ambos, seja gelo ou calor, porém, a via fisiológica do efeito que são diferentes.
Juntando conhecimentos medicinais, abre-se para outras questões como na medicina chinesa tradicional, visando a parte energética, o mais indicado após as 48hrs é o calor, principalmente em algumas áreas do corpo como coluna, área torácica, mas fica a seu critério, utilizando o que for mais viável e confortável.
Lembrando do acompanhamento por um profissional, é sempre importante, pois visará todo o quadro clínico do paciente adequando e indicando o melhor caminho terapêutico.
Namastê
A termoterapia é a aplicação terapêutica de qualquer substância ao corpo que resulta no aumento (terapia através do calor) ou diminuição (terapia através do frio/gelo) da temperatura dos tecidos corporais estimulando a termorregulação corporal. É praticada principalmente por fisioterapeutas, já que estes são profissionais que utilizam recursos físicos e naturais para avaliar e tratar seus pacientes, podendo ser utilizada também por outros profissionais.
Pacientes frequentemente chegam ao consultório com a dúvida: “Doutora uso gelo ou calor?”
Num primeiro momento deve se perguntar o motivo pelo qual você usará? E quando foi a lesão?
Por exemplo numa lesão nas primeiras 48hs se priorizaria o gelo (crioterapia), por sua ação rápida de neutralizar os efeitos inflamatórios, diminuir a dor e edemas. Lembrando-se dos devidos cuidados ao utilizar a crioterapia, principalmente quando se usa bolsa com gelo, pois diminui muito a temperatura local. Em peles mais sensíveis e idosos utiliza-se um toalha sob a bolsa de gelo. A outra observação é que para ter efeito o gelo deve ser comprimido sobre a área afetada, então como fazer isso utilizando pedras de gelo para fazer a crioterapia num joelho, que a articulação tem contorno irregular, por exemplo? Então deve-se quebrar/triturar o gelo para que entre em contato com toda a superfície a tratar. Falo mais especificamente do gelo, pois a bolsa de gel perde muito rapidamente seu efeito, que para se chegar a profundidade efetiva da articulação ou muscular o tempo adequado é de 30 minutos, gerando inicialmente um processo de ardência e dor para depois alcançar a analgesia.
Não estou afirmando que não se possa utilizar a bolsa de gel, só esclarecendo o que seria mais adequado.
Após as 48hrs da lesão os idosos tendem a preferir o calor e jovens normalmente não relatam diferença. Vale saber que a analgesia ocorre em ambos, seja gelo ou calor, porém, a via fisiológica do efeito que são diferentes.
Juntando conhecimentos medicinais, abre-se para outras questões como na medicina chinesa tradicional, visando a parte energética, o mais indicado após as 48hrs é o calor, principalmente em algumas áreas do corpo como coluna, área torácica, mas fica a seu critério, utilizando o que for mais viável e confortável.
Lembrando do acompanhamento por um profissional, é sempre importante, pois visará todo o quadro clínico do paciente adequando e indicando o melhor caminho terapêutico.
Namastê
sábado, 28 de maio de 2016
HIDROSIRINGOMIELIA
MATÉRIA SATI PARA setembro/2015
Hidrosiringomielia
Patologia pouco esclarecida e muitas vezes ignorada por pacientes por falta de conhecimento, confundindo-a com outras, devido seu processo sintomático geralmente lento e acumulativo. O Termo hidrosiringomielia foi introduzido por englobar melhor, segundo alguns autores, todos as causas.
O termo hidro/siringomielia originou-se da palavra grega syrinx, com evolução crônica caracterizada pela degeneração axonal (neurônios) e formação de dilatação longitudinal com acúmulo de líquido no interior da medula espinhal (semelhante ao líquido cefalorraquidiano) que freqüentemente desencadeia comprometimento neurológico, por compressão do tecido medular. Podendo ocorrer áreas císticas que podem evoluir aumentado volumetricamente conforme o tempo e gravidade da lesão, sendo de extrema importância o acompanhamento clínico com um médico neurocirurgião para documentação da evolução da doença.
O quadro clínico de uma forma geral pode ser relacionado com dor local, dor e/ou fraqueza irradiada para os membros, paralisia/parestesia de braços e pernas e rigidez nas costas, assim como ombros e extremidades. Também pode ocorrer a perda da sensibilidade de sentir extremos de frio ou quente, especialmente nas extremidades de mãos e pés. Porém sofrem influência da etiologia, devido o tamanho e da localização da cavidade. Ainda é mal compreendido o papel da pressão intramedular, que depende do mecanismo hidrodinâmico do líquido cefalorraquidiano.
A principal associação de siringomielia é a mal formação de Arnold-Chiari (Sindrome de Chiari Tipo I), porém pode estar correlacionada com compressões da medula por trauma, hérnias discais (protusões ou extrusões) e alguns estudiosos relatam casos de seringomielia relacionados a mudança local do fluxo liquórico loco-regional.
Siringomielia tem uma prevalência estimada em 8,4 casos por 100.000 pessoas (segundo Wikipédia), os sintomas geralmente começam na idade adulta jovem. Sinais da doença tendem a se desenvolver lentamente, apesar de início súbito pode ocorrer com trauma, esforço ou outras mielopatia relacionadas com outras doenças do sistema nervoso central.
O tratamento é fisioterapêutico conservador com extrema indicação e restrições médica e em muitos casos cirúrgicos, porém sem muitas comprovações de sua eficácia.
Devido a pouca literatura e estudos científicos, resolvi compartilhar aqui os links mais interessantes que achei.
Links informativos de pesquisa:
http://www.scielo.br/pdf/anp/v62n3b/a29v623b.pdf
Sociedade Brasileira de Neurocirurgia
http://www.sbn.com.br/files/downloads/publicacoes/arquivos-brasileiros-de-neurocirurgia/arqbrneuro19_2.pdf
Institut Chiari de Barcelona
http://www.institutchiaribcn.com/index.php?arxiu=fitxa_document&idioma=13&id=12737
Hidrosiringomielia
Patologia pouco esclarecida e muitas vezes ignorada por pacientes por falta de conhecimento, confundindo-a com outras, devido seu processo sintomático geralmente lento e acumulativo. O Termo hidrosiringomielia foi introduzido por englobar melhor, segundo alguns autores, todos as causas.
O termo hidro/siringomielia originou-se da palavra grega syrinx, com evolução crônica caracterizada pela degeneração axonal (neurônios) e formação de dilatação longitudinal com acúmulo de líquido no interior da medula espinhal (semelhante ao líquido cefalorraquidiano) que freqüentemente desencadeia comprometimento neurológico, por compressão do tecido medular. Podendo ocorrer áreas císticas que podem evoluir aumentado volumetricamente conforme o tempo e gravidade da lesão, sendo de extrema importância o acompanhamento clínico com um médico neurocirurgião para documentação da evolução da doença.
O quadro clínico de uma forma geral pode ser relacionado com dor local, dor e/ou fraqueza irradiada para os membros, paralisia/parestesia de braços e pernas e rigidez nas costas, assim como ombros e extremidades. Também pode ocorrer a perda da sensibilidade de sentir extremos de frio ou quente, especialmente nas extremidades de mãos e pés. Porém sofrem influência da etiologia, devido o tamanho e da localização da cavidade. Ainda é mal compreendido o papel da pressão intramedular, que depende do mecanismo hidrodinâmico do líquido cefalorraquidiano.
A principal associação de siringomielia é a mal formação de Arnold-Chiari (Sindrome de Chiari Tipo I), porém pode estar correlacionada com compressões da medula por trauma, hérnias discais (protusões ou extrusões) e alguns estudiosos relatam casos de seringomielia relacionados a mudança local do fluxo liquórico loco-regional.
Siringomielia tem uma prevalência estimada em 8,4 casos por 100.000 pessoas (segundo Wikipédia), os sintomas geralmente começam na idade adulta jovem. Sinais da doença tendem a se desenvolver lentamente, apesar de início súbito pode ocorrer com trauma, esforço ou outras mielopatia relacionadas com outras doenças do sistema nervoso central.
O tratamento é fisioterapêutico conservador com extrema indicação e restrições médica e em muitos casos cirúrgicos, porém sem muitas comprovações de sua eficácia.
Devido a pouca literatura e estudos científicos, resolvi compartilhar aqui os links mais interessantes que achei.
Links informativos de pesquisa:
http://www.scielo.br/pdf/anp/v62n3b/a29v623b.pdf
Sociedade Brasileira de Neurocirurgia
http://www.sbn.com.br/files/downloads/publicacoes/arquivos-brasileiros-de-neurocirurgia/arqbrneuro19_2.pdf
Institut Chiari de Barcelona
http://www.institutchiaribcn.com/index.php?arxiu=fitxa_document&idioma=13&id=12737
CS FISIOTERAPIA INTEGRAL
Responsável Técnica: Dra. Carmelita Soares, que é formada em Fisioterapia e Pós-graduada em Acupuntura, Meditação e Quiropraxia, habilitada em DTM (disfunção temporo mandibular), atua com RPG e é Instrutora de Yoga Terapêutico, tem como característica de trabalho a união das Terapia Naturais (conhecidas atualmente como integrativas), como Shiatsu, Massagem e Aromaterapia, ao seu trabalho fisioterápico, obtendo resultados positivos. Escritora voluntária da coluna de saúde do informativo da SATI - Sociedade e Amigos da Terceira Idade de Copacabana.
Instagram: @nucleocarmelitasoares
Tosse como entender.
Matéria SATI novembro/2015
Tosse como entender?
È um sintoma comum que ocorre por conseqüência de diversas coisas, porém é importante saber que é um reflexo de proteção natural do organismo devido a apresentação de algum processo irritativo do aparelho respiratório ou como auxílio no expurgo de secreções ou corpo estranho.
A observação do sintoma e saber sua origem é de suma importância, mesmo sendo um sintoma comum é imprescindível investigar e receber o tratamento adequado procurando seu médico otorrinolaringologista, podendo também ser, dependendo do caso o pneumologista ou o alergologista.
A tosse não é normal, podendo ser o sintoma de algo mais grave como problemas cardíacos.
Cuidado com tratamentos paliativos como chás, pastilhas, xaropes e mel, esses artifícios podem diminuir a irritação e dar uma sensação de bem estar, porém não tratam o problema. Tosse constante e com sintomas persistentes, procure seu médico.
Um breve resumo sobre suas origens:
Refluxo: geralmente ocorre depois das refeições ou quando a pessoa deita-se, ligada a alimentação e ao aparelho digestório.
Alérgica: é seca e persistente, pode ser acompanhada por espirros, coriza, obstrução nasal e coceira na garganta.
Pulmonar: crônica, frequentemente presente em fumante e pós fumantes, normalmente acompanhada de pigarro.
A saúde é nosso maior tesouro. Equilíbrio na alimentação, sono, exercícios e atividades diárias.
Namastê
Dra. Carmelita Soares
Tosse como entender?
È um sintoma comum que ocorre por conseqüência de diversas coisas, porém é importante saber que é um reflexo de proteção natural do organismo devido a apresentação de algum processo irritativo do aparelho respiratório ou como auxílio no expurgo de secreções ou corpo estranho.
A observação do sintoma e saber sua origem é de suma importância, mesmo sendo um sintoma comum é imprescindível investigar e receber o tratamento adequado procurando seu médico otorrinolaringologista, podendo também ser, dependendo do caso o pneumologista ou o alergologista.
A tosse não é normal, podendo ser o sintoma de algo mais grave como problemas cardíacos.
Cuidado com tratamentos paliativos como chás, pastilhas, xaropes e mel, esses artifícios podem diminuir a irritação e dar uma sensação de bem estar, porém não tratam o problema. Tosse constante e com sintomas persistentes, procure seu médico.
Um breve resumo sobre suas origens:
Refluxo: geralmente ocorre depois das refeições ou quando a pessoa deita-se, ligada a alimentação e ao aparelho digestório.
Alérgica: é seca e persistente, pode ser acompanhada por espirros, coriza, obstrução nasal e coceira na garganta.
Pulmonar: crônica, frequentemente presente em fumante e pós fumantes, normalmente acompanhada de pigarro.
A saúde é nosso maior tesouro. Equilíbrio na alimentação, sono, exercícios e atividades diárias.
Namastê
Dra. Carmelita Soares
Cãimbra e/ou Cãibra Muscular
INFORMATIVO SATI DE MAIO/2016
CÃIMBRA e/ou CÃIBRA MUSCULAR
Na língua portuguesa os dois substantivos cãimbra ou cãibra estão corretos em sua grafia, podendo vir do germânico krampf. Significa contração muscular súbita, involuntária e dolorosa, de caráter transitório, de origem incerta até hoje em seus estudos.
Na maior parte dos casos os músculos freqüentemente mais afetados são os gastrocnêmio, (conhecida popularmente como “batata da perna), os isquiotibiais (posterior da coxa) e os abdominais (barriga), porém quaisquer outras partes dos membros do corpo pode ser afetada. Atinge não só atletas, mas também pessoas de qualquer idade, independente de atividade física ou não. Entre as causas comuns estão:
1) Uso exagerado da musculatura, são as câimbras típicas dos atletas que praticam exercícios que sobrecarregam determinados músculos, mas podem ocorrer em trabalhadores por esforço repetitivo.
2) Má circulação, normalmente em idosos, o estreitamento das artérias que irrigam os membros inferiores causado por placas de aterosclerose pode provocar câimbras, quando a musculatura é solicitada com mais intensidade.
3) Teoria metabólica, a intoxicação por ácido lático e amônia, muscular proveniente da atividade contrátil na própria celular muscular.
4) Teoria da desidratação, ou seja, a perda de água/fluidos corporais considerável, podem interferir no mecanismo contrátil dos músculos. A água facilita as contrações e o relaxamento das fibras musculares e dos tendões. A desidratação é uma das causas mais comuns em pessoas que sequer realizam alguma atividade física, já que para perder água do corpo o mecanismo da sudorese por excesso de atividade física não é único.
5) Teoria eletrolítica, a falta desses eletrólitos intra e extramuscular geram distúrbios na formação de potenciais elétricos e na contração muscular, ocasionando contrações espontâneas. Provavelmente além do sódio e potássio, a falta de outros minerais como o cálcio e o magnésio pode contribuir para o surgimento de câimbras musculares. Pessoas hipertensas que tomam diuréticos geralmente perdem potássio.
6) Teoria ambiental, o fator determinante está representado pelas modificações extremas de temperatura causando a constricção dos vasos sanguíneos e o déficit de fluxos com os músculos. Acredita-se que temperaturas altamente elevadas ou extremamente baixas são as causas principais responsáveis pelo aparecimento de câimbras musculares.
7) Outras causas: Portadores de diabetes, anemia, insuficiência renal, doenças da tireoide, degenerações neurológicas, desequilíbrios hormonais e mulheres grávidas estão mais sujeitos a desenvolver episódios dolorosos de câimbras.
Câimbras não têm cura, mas alguns cuidados simples podem prevenir a repetição das crises: boa hidratação, alongamento muscular e alimentação balanceada.
Algumas medidas simples podem representar a melhor forma de tratamento durante as crises de espasmo como: Alongamento e massagem da área afetada e Aplicação de calor local.
Cada caso é visto de forma particular com seu médico, o consulte para tirar suas dúvidas.
CÃIMBRA e/ou CÃIBRA MUSCULAR
Na língua portuguesa os dois substantivos cãimbra ou cãibra estão corretos em sua grafia, podendo vir do germânico krampf. Significa contração muscular súbita, involuntária e dolorosa, de caráter transitório, de origem incerta até hoje em seus estudos.
Na maior parte dos casos os músculos freqüentemente mais afetados são os gastrocnêmio, (conhecida popularmente como “batata da perna), os isquiotibiais (posterior da coxa) e os abdominais (barriga), porém quaisquer outras partes dos membros do corpo pode ser afetada. Atinge não só atletas, mas também pessoas de qualquer idade, independente de atividade física ou não. Entre as causas comuns estão:
1) Uso exagerado da musculatura, são as câimbras típicas dos atletas que praticam exercícios que sobrecarregam determinados músculos, mas podem ocorrer em trabalhadores por esforço repetitivo.
2) Má circulação, normalmente em idosos, o estreitamento das artérias que irrigam os membros inferiores causado por placas de aterosclerose pode provocar câimbras, quando a musculatura é solicitada com mais intensidade.
3) Teoria metabólica, a intoxicação por ácido lático e amônia, muscular proveniente da atividade contrátil na própria celular muscular.
4) Teoria da desidratação, ou seja, a perda de água/fluidos corporais considerável, podem interferir no mecanismo contrátil dos músculos. A água facilita as contrações e o relaxamento das fibras musculares e dos tendões. A desidratação é uma das causas mais comuns em pessoas que sequer realizam alguma atividade física, já que para perder água do corpo o mecanismo da sudorese por excesso de atividade física não é único.
5) Teoria eletrolítica, a falta desses eletrólitos intra e extramuscular geram distúrbios na formação de potenciais elétricos e na contração muscular, ocasionando contrações espontâneas. Provavelmente além do sódio e potássio, a falta de outros minerais como o cálcio e o magnésio pode contribuir para o surgimento de câimbras musculares. Pessoas hipertensas que tomam diuréticos geralmente perdem potássio.
6) Teoria ambiental, o fator determinante está representado pelas modificações extremas de temperatura causando a constricção dos vasos sanguíneos e o déficit de fluxos com os músculos. Acredita-se que temperaturas altamente elevadas ou extremamente baixas são as causas principais responsáveis pelo aparecimento de câimbras musculares.
7) Outras causas: Portadores de diabetes, anemia, insuficiência renal, doenças da tireoide, degenerações neurológicas, desequilíbrios hormonais e mulheres grávidas estão mais sujeitos a desenvolver episódios dolorosos de câimbras.
Câimbras não têm cura, mas alguns cuidados simples podem prevenir a repetição das crises: boa hidratação, alongamento muscular e alimentação balanceada.
Algumas medidas simples podem representar a melhor forma de tratamento durante as crises de espasmo como: Alongamento e massagem da área afetada e Aplicação de calor local.
Cada caso é visto de forma particular com seu médico, o consulte para tirar suas dúvidas.
CS FISIOTERAPIA INTEGRAL
Responsável Técnica: Dra. Carmelita Soares, que é formada em Fisioterapia e Pós-graduada em Acupuntura, Meditação e Quiropraxia, habilitada em DTM (disfunção temporo mandibular), atua com RPG e é Instrutora de Yoga Terapêutico, tem como característica de trabalho a união das Terapia Naturais (conhecidas atualmente como integrativas), como Shiatsu, Massagem e Aromaterapia, ao seu trabalho fisioterápico, obtendo resultados positivos. Escritora voluntária da coluna de saúde do informativo da SATI - Sociedade e Amigos da Terceira Idade de Copacabana.
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